Dignidade da Pessoa Humana
Toda pessoa é fim em si mesma, nunca meio. Da concepção ao fim natural da vida, do enfermo ao idoso, da criança ao trabalhador — defender a dignidade humana é o ponto de partida de qualquer política pública séria.
Cirurgião-dentista, empresário, professor e leigo católico engajado. Há mais de três décadas dedico minha vida ao cuidado das pessoas, à educação e à construção do bem comum. Agora, quero levar essa experiência ao debate público.
Nasci e cresci em São Paulo, cidade que aprendi a amar e que me ensinou, desde cedo, sobre trabalho, fé e responsabilidade. Formei-me cirurgião-dentista e, ao longo de mais de três décadas, dediquei-me à prática clínica, à docência e à liderança em entidades de classe da odontologia paulista.
Como empresário, conheci de perto o peso de cada decisão sobre uma equipe, sobre famílias e sobre a comunidade ao redor. Como professor — de Implante Dentário, de Química e de Biologia — aprendi que ensinar é a forma mais duradoura de transformar realidades.
Como cristão católico, encontrei na Paróquia São José do Ipiranga e na Paróquia Nossa Senhora das Graças do Jabaquara mais do que comunidade de fé: encontrei um espaço de discernimento sobre o que significa servir o próximo. Foi ali, no Encontro de Casais com Cristo, na Pastoral da Criança, no Terço dos Homens e no grupo Fé e Política, que entendi por que a Doutrina Social da Igreja precisa de leigos comprometidos atuando no espaço público.
É por isso que, hoje, dou um novo passo: levo essa trajetória ao serviço público, buscando o diálogo, ouvindo cada paróquia, cada associação, cada comunidade.
Uma vida construída em torno de três pilares: a profissão como serviço, a fé como direção e o engajamento como dever cívico.
Inspirados na Doutrina Social da Igreja, na tradição democrática brasileira e em três décadas de vivência prática nas áreas de saúde, educação e comunidade.
Toda pessoa é fim em si mesma, nunca meio. Da concepção ao fim natural da vida, do enfermo ao idoso, da criança ao trabalhador — defender a dignidade humana é o ponto de partida de qualquer política pública séria.
A família é o núcleo primeiro da sociedade. O Estado existe para servi-la, não para substituí-la. Decisões devem ser tomadas o mais próximo possível de quem é por elas afetado — o princípio da subsidiariedade aplicado à vida real.
Não há país justo sem educação de qualidade nem saúde acessível. Como professor e profissional de saúde, defendo políticas públicas que ampliem oportunidades concretas — começando pela base e respeitando quem está na ponta do atendimento.
Minha fé orienta meu caráter, minhas escolhas e meu compromisso com a verdade. Mas a Igreja sempre ensinou — em Gaudium et Spes, em Deus Caritas Est, em todo o magistério social — que a ação política dos leigos se exerce em autonomia das realidades terrenas, no respeito ao pluralismo e à legítima diversidade de opiniões.
"A Igreja não pode nem deve tomar nas suas mãos a batalha política para realizar a sociedade mais justa possível." Bento XVI · Deus Caritas Est, n. 28
Levar a Doutrina Social da Igreja ao espaço público não é fazer da política uma sacristia. É reconhecer que valores como dignidade, solidariedade, subsidiariedade e bem comum interessam a todos — católicos, cristãos de outras confissões, pessoas de outras religiões e quem não tem religião alguma.
É nesse espírito que pretendo contribuir.
Quero ouvir o que move São Paulo. Convide-me para um encontro, mande uma mensagem ou apenas se apresente — toda conversa importa.